Assalto aos três bancos: Itaporanga viveu mais uma madrugada de terror

Banco do Brasil2_700x525Viatura da PM atinda2_700x525Assustados, feirantes buscaram abrigo no banheiro da praça_700x525Interior do Banco do Brasil_700x525

Apesar do tiroteio intenso e explosões, ninguém ficou ferido – Por volta das 4h deste sábado os moradores de Itaporanga acordaram com estampidos de tiros e explosões de dinamite em vários pontos da cidade, os quais pareciam não terminar mais. De acordo com feirantes que chegavam para a Feira de sábado na Praça João Abadalah, dois homens em um VW Polo preto, com armas de grosso calibre iniciaram a ação nas imediações da feira e da Polícia Militar, atirando numa viatura da Corporação, num carro de uma policial militar que estavam em frente do prédio do Pelotão que fica em frente a praça. Casas ao lado também foram atingidas. Apavorados, os feirantes buscaram abrigo se trancando no banheiro da praça.

Fala-se que os bandidos, além do Polo, usaram também um Fiat Uno e um furgão claros. Depois desceram até ao Santander, fizeram explosões e dois deles armados forçaram as cerca de 30 pessoas que estavam no pátio do Posto Pluma, que fica em frente ao banco a irem para os fundos. “Depois ouvimos dizerem que iriam nos matar a todos. Tratamos de fugir arrebentando uma janela da Verdan e se escondendo lá dentro. Foi terrível vê-los em nossa direção. Ficamos quieto e não nos acharam”, contou um frequentador que feriu a perna na fuga. 

Depois seguiram para o Banco do Brasil e para o Bradesco, que fica em frente, onde também explodiram caixas e as instalações. Ninguém ficou ferido pelos disparos ou pelas explosões. Não se sabe ainda o valor roubado e nem que rumo os assaltantes tomaram.

É a terceira vez que Itaporanga é surpreendida por ataque desse tipo. A última foi no dia I8 de outubro passado, quando efetuaram vários disparos e explodiram os caixas do Santander e Banco do Brasil.

Todos os policiais militares e civis da cidade entram em ação. O delegado José Carlos Fernandes esteve nos locais e no Banco do Brasil, que sempre mantém vigilante, e onde ainda havia fumaça ouviu o relato do guarda de como foi a ação naquela agência. “Me mandaram erguer os braços, pegaram a arma e me levaram para o outro lado da rua. Em seguida fizeram as explosões”, contou.  

Assustados, feirantes buscaram abrigo no banheiro da praça_700x525Banco do Brasil atingido_700x525Banco do Brasil_700x525Banco do Brasil2_700x525Bradesco danificado_700x525Caixas eletrônicos do BB danificados_700x525Carro de uma policial militar atingo_700x525Casa ao atinga por vários disparos_700x525Delegado José Carlos Fernandes chega ao Santander_700x525Delegado José Carlos Fernandes ouve o vigilante_700x525Explosão Banco do Brasil_700x525Explosão Banco do Brasil2_700x525Explosão no Bradesco_700x525Explosão no Santander_700x525Explosão~no Santander_700x525Feirantes começavam a chegar para o trabalho_700x525Feirantes_700x525Ferido na fuga_700x525Frequentadores da lanchonete do posto_700x525Interior do Banco do Brasil_700x525Janela da casa ao lado do Pelotão_700x525Muro de uma casa_700x525Parte do caixa BB na calçada_700x525Pelotão da Polícia Militar_700x525População em frente aos bancos_700x525Posto de gasolina_700x525Prédio do Pelotão da PM_700x525Viatura da PM atinda_700x525Viatura da PM atinda1_700x525Viatura da PM atinda2_700x525Vigilante conta do delegado como eles agiram_700x525

Veja aqui reportagem do assalto feito no mês de outubro.

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