Monstro de Riversul teve casa incendiada e sua amásia desaparece

A casa em Riversul onde Samuel Batista Santana,25, vivia com sua amásia cujo o primeiro nome sabe-se que é Suzana, foi incendiada na última sexta-feira. Ele está preso acusado de matar uma menina de 13 anos com requinte de extrema crueldade em uma mata da Fazenda Conquista, no Bairro Santa Cruz em Riversul, no último domingo(12). Samuel é tio do garoto que seria o namoradinho da vítima. Para convencê-la a subir na garupa de sua moto e leva-la ao local do crime, onde ele próprio depois levou a polícia e onde o corpo foi encontrado, ele teria dito à garota que seu sobrinho a aguardava em um local muito bonito e que era para ele leva-la de moto até lá.  

De acordo com fontes ligadas à equipe da Polícia Civil de Riversul, embora com a confissão da autoria do crime feita pelo acusado e provas suficientes da materialidade do crime hediondo praticado por Samuel, o delegado Carlos Moraes Silva aguarda laudos do IML e reúne mais provas para pedir à Justiça a transformação da prisão temporária de 30 dias para prisão preventiva.


Para que o inquérito seja bem elaborado, sem deixar eventuais brechas para a defesa, e no sentido de se procurar obter justiça, com a condenação do acusado, a equipe do delegado Carlos Moraes continua investigando para obter mais provas. A arma do crime – a faca – não foi encontrada no local onde o acusado diz ter jogado. O telefone celular da vítima também não foi encontrado.

Ainda de acordo com as fontes, a menina foi brutalmente espancada e esfaqueada. O corpo apresentou vários hematomas e vária fraturas, inclusive na cabeça onde teve traumatismo craniano; vários cortes no pescoço e nas mãos o que se deduz que ela tentou se defender. Ela sofreu também lesões intravaginais. 

Chacota pelo celular da vítima – Na segunda-feira(13), um dia após o desaparecimento da menina, quando esta já estava morta, a mãe da vítima recebeu uma ligação do celular da filha, na qual uma voz feminina(que não era a da filha), pedia desesperadamente por socorro alegando que estava amarrada no meio do mato e que se ela(mãe) não chegasse a tempo seria morta. 

Sabe-se que a polícia não descarta a possibilidade de ter sido a Suzana (amásia) do acusado, a autora desse telefonema. Nas investigações e nos interrogatórios de Samuel, este apresentou arranhões. À polícia, Samuel disse que esses arranhões haviam sido feitos por Suzana, em brincadeira de ambos. Suzana confirmou a versão do amásio. A polícia investiga para chegar ao autor(es) do incêndio da casa de alvenaria onde viviam, mas Suzana desapareceu. 
A fonte afirmou que a Polícia Civil de Riversul ficou muito grata com a colaboração de crianças de 11 e 12 anos que procuraram a delegacia para, espontaneamente contarem o que sabiam. Isso foi fundamental para a polícia ter uma pista de investigação que levou até o acusado, que já teria duas passagens por tentativas de estupros. Sobre isso a polícia não teve como seguir adiante porque as vítimas não tiveram como reconhecê-lo nas ocasiões pelo fato de ele ter agido encapuzado.
 
Os pais da menina eram contra o namorico da filha com o sobrinho do acusado, pelo fato desse também já ter dado trabalho para a polícia por infrações. 

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