Para não “broxar” depois dos 60: Câmara de Itapeva aprova projeto de vereadora para garantir fornecimento gratuito de medicamentos para disfunção erétil

O Plenário da Câmara aprovou projeto de lei da vereadora Áurea Aparecida Rosa (PTB) que dispõe sobre o fornecimento gratuito de medicamentos destinados ao tratamento da disfunção erétil do idoso no Sistema Municipal de Saúde. O  acesso gratuito aos medicamentos, sob prescrição médica, amenizará a situação contribuindo para uma vida plena do cidadão. 


Para a execução da lei, o órgão de saúde competente deverá fornecer medicamentos específico para tratamento da disfunção erétil à  base de Sildenafil, Vardenafil e Tadalafi. 

Tem direito ao medicamento a pessoa: com idade igual ou superior a 60  anos; com renda comprovada de até 02  salários mínimos. 

Para a obtenção do medicamento referido no Art. 2º desta lei o beneficiário, obrigatoriamente, deverá ser atendido por profissional médico da rede pública de saúde, para diagnóstico, prescrição da receita e avaliação periódica. 

Os recursos financeiros necessários à implantação do benefício previsto na lei, serão provenientes do Fundo Municipal de Saúde, integrante do Sistema Único de Saúde – SUS e de dotações orçamentárias, como determina a legislação em vigor. 

TRATAMENTO –  Impotência tem sido o termo tradicionalmente usado para definir a incapacidade de obter  e manter a ereção satisfatória para levar a cabo o ato sexual. Disfunção erétil é o termo médico atualmente mais aceito para definir tal condição. 

Salientou Áurea que segundo estatísticas, 10% dos homens entre 40 e 70 anos têm alguma forma de disfunção erétil e, apenas 30%  procuram ajuda médica. É a doença mais comum do sexo masculino e a menos tratada no mundo. 

Hoje, a medicina já possui tratamentos avançados para a disfunção erétil, um destes tratamentos bastante  usual é a prescrição de medicação oral a base do Sal Citrato de Sineldafil, conhecido  pelo grande público como  "Viagra". 

Com o não tratamento da doença, um homem no auge de sua virilidade, acometido pela disfunção erétil, às  vezes acaba cedendo ao vício da bebida  e destruindo seus laços familiares, por não  conseguir resolver sozinho a patologia que o acomete. Também não se pode esquecer de que a sua auto-estima é diminuída levando-o à profunda depressão.

Esconder o problema ou evitar  falar sobre o  assunto é a postura mais comum  adotada neste tipo   de comprometimento, mas isso pouco ajuda na solução do  problema. A disfunção erétil deve ser tratada  tanto por médicos quanto psicólogos, quando necessário e quanto antes o indivíduo procurar ajuda, mais  rápido este problema será resolvido.  (Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Itapeva).
 

 

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