Se poderá dar certo na religião, por que não na política?

Mais cedo a Folha/Uol nos autorizou repercutir uma interessante reportagem com d. Claudio Hummes, sobre o papa Francisco. O conteúdo da publicação serve  para refletirmos no sentido de realizarmos algumas mudanças internas para melhorar as coisas no presente, mas, principalmente para o futuro, sem ficar necessariamente ligado a um passado, que deve receber uma grande pá de cal.

Em ambas, política e religião existem conflitos e divergências internas.

Porém, acabamos de ser, na religião(católica se extendendo à todas), contemplados com um líder que vê, prega e vive de uma maneira simples, despojada, que ao invés de dividir, vem para somar.

Claro, estamos apenas no início de um longo processo e se vai dar certo ou não é outra história, mas, já é algo que passamos a ter e a ver com os outros olhos.

Embora política e religião sejam naturalmente diferentes no mundo todo e em todas as formas de governo, esta novidade na religião pode, ao menos, servir de parâmetro num também eventual processo de início de mudanças na política.

A igreja teve a humildade de reconhecer que as coisas não iam bem e se dispõe a consertar.

A política poderia fazer o mesmo, não necessariamente que seus líderes venham a trocar a limusine por um transporte coletivo, mas por um carro médio popular. Afinal, os dois andam e fazem o mesmo trajeto. A diferença está apenas no conforto, uma ilusão que dura apenas minutos ou segundos.

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