Vigilância Ambiental fará levantamento sobre Leishmaniose em Botucatu

Tem início na próxima segunda-feira [21] uma pesquisa, que segue até o mês de março, na tentativa de verificar se no município de Botucatu existe a presença do mosquito transmissor da Leishmaniose Visceral Americana [LVA].

A pesquisa é um trabalho da Vigilância Ambiental em Saúde, vinculada à Secretaria Municipal de Saúde, em parceria com o Departamento de Higiene Veterinária e Saúde Pública da Faculdade de Medicina de Veterinária e Zootecnia [FMVZ] da Unesp.
A Leishmaniose é uma doença grave e transmitida pela picada de mosquitos infectados. Os mosquitos responsáveis pela transmissão são cientificamente denominados de flebótomos e popularmente conhecidos como mosquito “palha” ou “cangalha”.

O cão é considerado o principal reservatório da doença no meio urbano. A transmissão se dá quando o mosquito sadio pica o animal doente, se infecta, e transmite a doença para um animal sadio. O homem também se infecta e desenvolve a doença, podendo levar à morte.

“Em nosso Município não há relatos da transmissão desta doença, havendo apenas casos importados de cães com Leishmaniose”, explica Valdinei Moraes Campanucci da Silva, supervisor de Serviços de Saúde Ambiental e Animal.

Serviço – Para mais informações sobre a doença, ou fazer denúncias sobre possíveis casos de Leishmaniose, basta entrar em contato com a Secretaria Municipal de Saúde, através dos telefones 150 ou 3813-5055. 
 

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