Banco do Brasil reduz juros para empresas e pessoas físicas ao menor nível da história

O Banco do Brasil voltou a baixar, nesta quinta-feira (12), a taxa de juros para empresas e pessoas físicas. Segundo a instituição, a redução foi feita para acompanhar a queda da taxa básica de juros (Selic) em 0,50 ponto percentual, realizada na quarta-feira (11), pelo Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central. A autoridade financeira fixou a nova Selic em 8% ao ano, nível mais baixo da história financeira do país. A decisão foi unânime entre os diretores do comitê.

Segundo o BB, as linhas de crédito já haviam sofrido uma baixa, na semana passada e as novas taxas entram em vigor a partir da próxima segunda-feira (16). “As reduções de juros contribuem para estimular a economia ao disponibilizar novos recursos para consumo e investimento. Esse movimento só está sendo possível graças aos nossos baixos níveis de inadimplência e vai nos permitir ampliar o nosso volume de negócios; com isso, ajudar o país a crescer”, disse o vice-presidente de Negócios de Varejo do Banco do Brasil, Alexandre Abreu.

Desde julho de 2011, acompanhando as sete últimas reuniões do Copom, o BB ajustou suas taxas, repassando aos clientes o benefício do custo menor de captação gerado pela queda na Selic. Em nota, o banco afirmou que, "com essa redução, o Banco do Brasil reafirma o compromisso de manter suas taxas entre as menores do sistema financeiro".

Ainda de acordo com a instituição, a taxa mínima para empréstimo para aquisição material de construção, passou de 1,55% ao mês, para 1,53. Já a linha chamada crédito benefício, que os usuários são do INSS e o débito é feito direto na conta corrente, a taxa foi reduzida de 2,23% para 2,21.

Copom justifica nova queda da Selic

Em comunicado divulgado nesta quarta-feira, o Copom justificou a nova queda na taxa básica de juros por considerar que, “neste momento, permanecem limitados os riscos para a trajetória da inflação”.

E acrescentou que até agora, “dada a fragilidade da economia global, a contribuição do setor externo tem sido desinflacionaria”. (Da Secretaria de Comunicação da Presidência da República)

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