Violência entre jovens: Itapeva faz reunião sobre Justiça Restaurativa

 

Profissionais da Secretaria de Desenvolvimento, defesa Social e Esportes fazem uma reunião para definir ações de modo a evitar a violência entre os jovens – A Prefeitura de Itapeva, por meio do trabalho da Secretaria de Desenvolvimento, Defesa Social e Esportes realiza todas as ações necessárias para garantir a qualidade de vida da população através de proposição de atividades que visam o bem estar social e coletivo.

Na ultima terça-feira, na Cúria Diocesana de Itapeva, os funcionários da Secretaria de Desenvolvimento, Defesa Social e Esportes e representantes da Prefeitura e diversos setores sociais participaram de reunião com o Bispo, Dom Arnaldo, para tratar sobre a criação de curso de Justiça restaurativa, que visa implantar práticas de pacificação de situações de violência envolvendo crianças e adolescentes. A ideia é fazer 3 cursos para capacitar multiplicadores.

Na reunião, o secretário de Desenvolvimento, Defesa Social e Esportes, Luciano de Oliveira, destacou a importância da criação de um curso capaz de conscientizar os jovens sobre a necessidade de uma vida pacifica. “Com lições práticas e lúdicas podemos ensinar os jovens importantes conceitos de Justiça Restaurativa, que serão usados por eles em toda a vida. Os jovens são multiplicadores de informação, então as lições do curso tendem a se disseminar”, explica.

O Prefeito, Luiz Cavani, sempre se preocupa em proporcionar condições adequadas peara que os jovens possam ter uma vida digna e iguais condições de ingressar no mercado de trabalho. Para ele, investir na juventude é garantir um futuro próspero para a sociedade. “Os jovens são o futuro da nação, por isso devemos dar atenção especial para o cuidado com as crianças e adolescentes”, destaca o Prefeito.

A Justiça Restaurativa baseia-se num procedimento de consenso, em que a vítima e o infrator, e, quando apropriado, outras pessoas ou membros da comunidade afetados pelo crime, como sujeitos centrais, participam coletiva e ativamente na construção de soluções dos traumas e perdas causados pelo crime.

Portanto, o crime, para a justiça restaurativa, não é apenas uma conduta típica e antijurídica que atenta contra bens e interesses penalmente tutelados, mas, antes disso, é uma violação nas relações entre infrator, a vítima e a comunidade, cumprindo, por isso, à Justiça Restaurativa identificar as necessidades e obrigações oriundas dessa relação e do trauma causado e que deve ser restaurado. (Da Assessoria de Imprensa da Prefeitura)

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Osmar Ventris
Osmar Ventris
29 de janeiro de 2017 22:54

Parabenizo Dom Arnaldo pelo protagonismo em promover reunião para apresentar a Justiça Restaurativa às autoridades de Itapeva-SP.Merece destaque a participação do Promotor de Justiça da cidade, do Secretário de Educação, da Polícia Militar, Polícia Civil, presidente do CMDCA, dentre outros. Em funcionamento há cerca de 10 anos no Brasil, a prática da Justiça Restaurativa tem se expandido pelo país. Conhecida como uma técnica de solução de conflitos que prima pela criatividade e sensibilidade na escuta das vítimas e dos ofensores, a prática tem iniciativas cada vez mais diversificadas e já coleciona resultados positivos. Importante destacar que a implantação da prática… Ler mais »