Avaré: Chaplin é tema de mostra de cinema no CAC

De 21 a 25 de janeiro, com entrada franca – A partir da próxima terça-feira, 21 de janeiro, a Secretaria Municipal de Cultura promove a 2ª Mostra Temática de Cinema, cuja temática será a obra do ator e diretor inglês Charles Chaplin, o popular Carlitos. Os filmes são: Tempos Modernos, O Circo, Em Busca do Ouro, Luzes da Cidade e o Grande Ditador.

Com entrada gratuita, as sessões serão às 20h nas salas das Oficinas Culturais José Reis Filho, no antigo CAC, que funciona na Rua Rio de Janeiro, nº 1763. Confira a programação.

II MOSTRA TEMÁTICA DE CINEMA
CHARLES CHAPLIN
Local: Oficinas Culturais José Reis Filho
Horário: 20h00
Entrada Gratuita
 
 
PROGRAMAÇÃO GERAL
 
21/01 – ( Terça-Feira)
Filme: Tempos Modernos
Sinopse: Um trabalhador de uma fábrica, tem um colapso nervoso por trabalhar de forma quase escrava. É levado para um hospital, e quando retorna  a “vida normal”, para o barulho da cidade, encontra a fábrica já fechada. Charles vai em busca de outro destino, mas acaba se envolvendo numa confusão: pois é tomado como o líder comunista por trás da greve que está por acontecer e acaba por ser preso. Libertado, ele se apaixona por uma garota órfã e tenta trabalhar numa loja, mas sempre se mete em confusão. “Tempos Modernos”, feito em 1936, satiriza os avanços do capitalismo e a crença cega no progresso. Com muito humor, Chaplin desmonta um sistema que inventa máquinas para moer homens.
 
22/01 – ( Quarta-Feira)
Filme: O Circo
Sinopse: Último filme de Chaplin feito antes do advento do cinema sonoro. “ O Circo” mostra Carlitos como um comediante involuntário. O célebre Vagabundo quase sempre está onde não deve, culpado por atos que não cometeu e entregue a amores equivocados. Um Vagabundo (Charles Chaplin) acaba indo parar em um circo enquanto fugia da polícia, que o confundira com um ladrão de carteiras. Ele sem querer acaba entrando no espetáculo e fazendo grande sucesso com o público, sendo logo contratado pelo dono, que irá se aproveitar dele. Ele ainda arranja tempo para se apaixonar pela acrobata, filha desse mesmo proprietário. A proximidade entre o humor circense e a natureza fisíca da comédia burlesca revela bastante das origens do mítico personagem, cobrindo-o com uma camada a mais de graça. Na primeira entrega do Oscar em 1929, a Academia concedeu um prêmio de honra a Chaplin pelo filme, reconhecendo sua versatilidade e gênio.
23/01 – (Quinta-Feira)

Filme: Em busca do ouro
Sinopse: Este filme de 1925 reconstitui a febre do ouro no Alasca, no final do século 19. Chaplin encarna um garimpeiro que enfrenta o frio e a fome e passa por todo tipo de risco. Numa ida à cidade, ele se encanta por uma bela dançarina, sem perceber que está sendo alvo de zombarias. Esta comédia de aventuras, um dos maiores clássicos do cinema, traz cenas como a de Carlitos comendo o sapato e fazendo os pãezinhos dançarem, duas das mais célebres imagens da obra do ator-diretor.
24/01 – (Sexta-Feira)

Filme: Luzes da Cidade
Sinopse: O enredo gira em torno do Vagabundo, novamente sem dinheiro e sem onde morar, e de uma jovem e pobre florista cega pela qual ele se apaixona. A garota o confunde com um milionário e, para não desapontá-la, o vagabundo finge ser rico. Posteriormente, ele impede um milionário bêbado de suicidar-se e, devido ao seu ato heróico, tornam-se grandes amigos, mas sempre quando o milionário fica sóbrio ele não se lembra mais do vagabundo nem do que ocorreu enquanto estava bêbado. Chaplin explora esses equívocos para compor uma história em que comédia e drama não se distinguem e constituem um obra-prima incomparável. “Luzes da Cidade” nos mostra que a capacidade de passar do riso às lágrimas nos faz mais humanos. Há no filme uma cena clássica, sempre lembrada pelos grandes críticos de cinema, como uma das mais belas cenas do cinema mundial: o despertar do vagabundo do seu descanso em meio a uma inauguração de uma estátua.
 
 
25/01 – (Sábado)
Filme: O Grande Ditador
Sinopse: Na imaginária Tomânia, tropas perseguem a população judia enquanto o ditador Hynkel (Charles Chaplin) planeja dominar o mundo. Em meio às vítimas, encontra-se um sósia de Hynkel um barbeiro (Charles Chaplin) que escapa de um campo de concentração e vai parar no lugar do ditador. Lançado em 1940, quando a Alemanha impunha-se na Europa, “O Grande Ditador” foi um dos primeiros filmes a retratar a barbárie nazista. Com humor e  sem perder a seriedade, Chaplin satiriza os maus modos de Hitler e ridiculariza todos os autoritarismos.

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